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O Projecto

O projeto Coordenadas para a Cidadania Global – Ver, Agir e Transformar, com a construção e dinamização de rotas turísticas pedagógicas, com Lisboa como pano de fundo, pretende reforçar as competências para a vida dos jovens adultos, numa abordagem inovadora e criativa da Educação para a Cidadania Global.

Tem como objetivo geral contribuir para o envolvimento ativo dos cidadãos como co-criadores de uma sociedade mais justa, digna e sustentável, através da dinamização de novos canais de comunicação para a Educação para a Cidadania Global (ECG).

A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação. Mas quando falamos em ação, temos de a pensar como transformação social. Este é o grande desafio que se coloca às sociedades atuais, sendo crucial reforçar a nossa ação junto dos jovens adultos, cujo papel de fazedores de tendências tem sido cada vez mais ampliado.

É preciso efetivar a sua vontade de mudança. São necessários novos canais de atuação em ECG, para que a responsabilidade pelo desenvolvimento delegada aos agentes profissionais seja, de fato, partilhada e apropriada pelos cidadãos. E porque queremos que essa apropriação se concretize tendo por base as premissas da justiça social e dos Direitos Humanos, precisamos de desenvolver novas práticas e ferramentas de olhar o Mundo.

O Coordenadas, com a realização de um longo momento formativo, onde trabalhará um leque de competências abrangente, irá capacitar um grupo de jovens de Organizações da Sociedade Civil no sentido de poderem ver a cidade Lisboa sob um olhar global. Estas OSC serão convidadas a criar um Mercado de rotas turísticas pedagógicas, onde temáticas globais serão discutidas na sua relação com o local. Por outro lado, com a dinamização de um Portal online será possível partilhar a reflexão de forma mais ampla.

Olhar o Mundo de uma base local mas abrindo uma janela para o global. Acreditamos que, com o início da nova Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, só desta forma será possível um verdadeiro processo de transformação social em direção a uma sociedade mais justa e inclusiva.

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Mikle Doe
Head Developer
Marina Kravetz
Designer
Alex Row
Developer

Parceiros

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Parceiros

A Par – Respostas Sociais é uma Organização Não Governamental (ONG) que atua na área da juventude.

A Par organiza a sua intervenção considerando a pessoa como principal agente da sua mudança e, consequentemente, da mudança social. Tem como missão criar, implementar e inspirar respostas e políticas sociais que promovam o desenvolvimento das sociedades, com especial enfoque na juventude. Olhando para o futuro, procura a concretização do potencial de cada jovem na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

Pretende assim, oferecer um conjunto de respostas integradas e individualizadas, tendo em vista a promoção do desenvolvimento e bem-estar de cada jovem, mediante um processo de descoberta e de valorização do seu potencial e das suas capacidades.

Apostando em rigorosos princípios éticos, científicos e pessoais e dispondo de uma equipa interdisciplinar de profissionais, propõe-se com o apoio dos seus sócios/as e parceiros a desenvolver e disponibilizar respostas sociais de excelência nas áreas da Educação e Formação, Intervenção Comunitária e Promoção da Saúde.

Consciente da importância da dimensão experiencial, emocional e relacional do ser humano, a Par contempla, na sua ação, o recurso a metodologias ativas, formais e não formais.

Os princípios e valores pelos quais a Par se rege derivam de ideais humanistas e da vontade de os materializar em ações concretas que contribuam, no seu todo, para a realização da pessoa, grupo ou comunidade, em total respeito pela sua dignidade e individualidade, em todas as circunstâncias. Dentro dos princípios e valores pelos quais regemos as nossas ações, destacamos: Participação, Igualdade de Oportunidades, Justiça Social, Cooperação e Respeito

A Par continuará a crescer e a ajudar a crescer, no sentido de uma sociedade mais justa e inclusiva, que promova o desenvolvimento e valorização dos jovens.

IMVF  – Instituto Marquês de Valle Flôr

O IMVF – Instituto Marquês de Valle Flôr é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) que acredita no esforço conjunto dos milhões de pessoas que em todo o Mundo procuram promover o desenvolvimento junto das populações mais carenciadas.

Uma equipa dinâmica e empenhada concretiza iniciativas em setores chave como a Educação, a Saúde e a Segurança Alimentar, centrando o seu modo de atuação em parceria com organizações e instituições de cada país, e com os próprios beneficiários dos projetos, reforçando a ideia que norteia toda a atividade – de que só através da capacitação das populações é possível impulsionar o Desenvolvimento Sustentável das comunidades.

Porque acreditamos que o Desenvolvimento é uma responsabilidade partilhada, reforçamos parcerias e sinergias. Procuramos inovar nos processos, de forma a dar respostas adequadas aos desafios sociais, económicos e ambientais próprios do processo de Desenvolvimento.

Não esquecemos os atores do Desenvolvimento, nem aquela que é a nossa casa comum e por isso estamos atentos às novas dinâmicas glocais e conscientes de que é necessário encontrar respostas efetivas, coerentes e alinhas com o Desenvolvimento que queremos mais Justo, mais Inclusivo e mais Sustentável.

A Associação Renovar a Mouraria

A Associação Renovar a Mouraria é uma organização privada sem fins lucrativos, com estatuto de utilidade pública, criada em 2008 com o objetivo de revitalizar o bairro histórico da Mouraria, em Lisboa, a nível social, cultural, económico e turístico.

A Mouraria é um bairro onde coabitam mais de 50 nacionalidades, que viu nascer o fado, mas também onde inúmeras tradições portugueses ainda se manifestam nas vivências do dia-a-dia, a Mouraria reúne uma riqueza única, onde convivem pessoas de todas as idades e culturas, resultando numa mistura inigualável.

Atuando fundamentalmente em três eixos: Promoção Cultural; Integração Social e Apoio Comunitário; Desenvolvimento Local e Economia Social, desenvolve um trabalho amplo e diverso neste território.

O seu trabalho desenvolve-se maioritariamente na Mouradia – Casa Comunitária da Mouraria. O ensino de português para imigrantes, a alfabetização, o apoio ao estudo a crianças e jovens, o gabinete de apoio jurídico e a medicina tradicional chinesa ou o cabeleireiro solidário, são os projetos âncora de apoio à comunidade. Paralelamente, a Mouradia desenvolve uma programação cultural constante, promovendo artistas locais, o acesso à cultura de forma gratuito e a captação de novos públicos. A sua acão estende-se muito para além das paredes deste edifício, destacando-se projetos como o Rosa Maria, um jornal comunitário, visitas guiadas com guias locais nacionais e imigrantes, o Atelier Ideal (http://atelierideal.pt/), vocacionado para a melhoria da comunicação e imagem do comércio local, ou o Retalhos da Mouraria (http://retalhosdamouraria.pt/), um portal do comércio local que pretende contribuir para a revitalização do comércio do bairro e capacitar os lojistas para os desafios de atender novos públicos.

Financiador

O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. é um instituto público, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e património próprio. Pretende ser um organismo de referência na coordenação e articulação da política externa do governo nas áreas da cooperação internacional, promoção da língua e cultura portuguesas enquanto domínios crescentemente entendidos pelos Estados como instrumentos de projeção da sua influência e defesa dos seus interesses.

O Camões I.P. dispõe de um Código de Ética assente nos princípios da igualdade, imparcialidade, isenção, transparência, integridade e criteriosa afetação dos recursos públicos, identificando como valores fundamentais a excelência, a integridade, a equidade e a qualidade.

Avaliadores Pares

Ana Gonçalves é docente na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e investigadora do Centro de Estudos Geográficos do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, da Universidade de Lisboa, na linha de investigação em Turismo, Cultura e Território (TERRiTUR). É doutorada em Estudos de Literatura e de Cultura pela Universidade de Lisboa.

Ana Patrícia Fonseca  é coordenadora do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social e do Departamento de Comunicação da FEC, desde 2008. Gere projetos de Educação para a Cidadania Global e Comunicação para o Desenvolvimento. Licenciada em Sociologia.

Filipe Santos é professor no Instituto Politécnico de Leiria desde 1998 nas áreas de Tecnologia Educativa e Tecnologias para o Desenvolvimento. Tem vindo a participar em projetos nacionais e europeus no uso e inovação de ambientes virtuais de aprendizagem na aprendizagem formal e não-formal.

Joaquim Jorge é técnico de projetos na Equipa de Financiamentos Externos, no Departamento de Planeamento Financeiro e Aprovisionamento da Câmara Municipal de Loures, desde março de 2016. Entre Set/1991 e Fev/2016 trabalhou na área de Museus onde participou em projetos europeus relacionados com a aprendizagem não-formal, com a mediação cultural, educação para cidadania global, com as bibliotecas humanas e a capacitação de jovens.

Maria Antónia Barreto, professora da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, investigadora do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE. Colabora com ONGD no âmbito da Cooperação e da Educação para o Desenvolvimento.